Revista Pivot
A lenda do Omega Speedmaster Moonwatch e seu valor no mercado secundário

Poucos relógios no mundo ostentam um histórico tão documentado e prestigiado quanto o Omega Speedmaster. Selecionado pela Nasa na década de 1960 para equipar os astronautas do programa Apollo, o cronógrafo manual tornou-se o primeiro relógio usado na Lua. Hoje, o Moonwatch é uma das peças mais procuradas por investidores e entusiastas da alta relojoaria mecânica.
A trajetória do Speedmaster demonstra uma estabilidade de preços notável no mercado secundário brasileiro e internacional. Diferente de peças sujeitas a modismos passageiros, as variantes clássicas com cristal de hesalite e movimento mecânico a corda manual mantêm demanda aquecida tanto para peças vintage quanto para referências modernas com certificação Master Chronometer.
As variações de calibres e sua cotação
A transição dos lendários calibres 321 e 861 para os modernos 1861 e 3861 alterou a dinâmica de precificação. Exemplares vintage com calibres de roda de colunas atingem valores recordes em leilões, enquanto as versões modernas Co-Axial oferecem precisão técnica impecável para o uso cotidiano.
Fatores que impulsionam a liquidez do Speedmaster
Sua versatilidade estética permite combinações com pulseiras de couro, borracha e aço. Essa adaptabilidade, aliada à história incomparável da conquista espacial, garante que o Omega Speedmaster continue sendo uma das escolhas mais sólidas para compor um acervo de alto valor.




















